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Aprovado plano para proteger 41 espécies ameaçadas


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As principais ameaças identificadas para a espécie foram incêndio, caça, assentamentos rurais, agricultura, pecuária, expansão urbana, vulnerabilidade a epidemias, desmatamento, aumento da matriz energética e rodoviária.

As principais ameaças identificadas para a espécie foram incêndio, caça, assentamentos rurais, agricultura, pecuária, expansão urbana, vulnerabilidade a epidemias, desmatamento, aumento da matriz energética e rodoviária.

Documento publicado no Diário Oficial da União contempla espécies do Cerrado e do Pantanal

16/04/2018

 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) aprovou Plano de Conservação Nacional (PAN) com 41 espécies ameaçadas dos biomas do Cerrado e Pantanal. O PAN para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal, publicado no Diário Oficial da União, será coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios do ICMBio e parceiros.

O plano tem por objetivo influenciar políticas públicas, em diferentes esferas do governo, visando incorporar medidas de proteção. Outro ponto previsto é a integração das espécies ameaçadas ao seu hábitat em um prazo de cinco anos.

A medida também prevê a diminuição da caça das espécies no mesmo período. A redução da degradação do habitat e a restauração da fauna também estão dentre as metas. Na lista de animais ameaçados está o macaco Sapajus cay. As principais ameaças identificadas para a espécie foram incêndio, caça, assentamentos rurais, agricultura, pecuária, expansão urbana, vulnerabilidade a epidemias, desmatamento, aumento da matriz energética e rodoviária. Suspeita-se que seu declínio populacional seja maior que 30% nas últimas gerações.

Em outubro do ano passado, foi realizada uma oficina para elaboração do PAN, que contou com a participação de diversas instituições, como universidades, órgãos federais e estaduais de meio ambiente, representantes de ministérios públicos estaduais, organizações não governamentais e empresas públicas de pesquisa energética e agropecuária, totalizando 42 participantes. Em setembro, houve oficinas preparatórias na PUC Goiás. A partir de agora, os esforços serão desenvolvidos no sentido de concretizar as ações para reduzir o risco de extinção das espécies-alvo e as ameaças aos seus hábitats.

 

Fonte: MMA


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