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Museu Casa Kubistchek distribui mudas aos visitantes


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A distribuição de mudas, aliada a outras ações de caráter educativo, como visitas mediadas, oficinas e palestras, tem apresentado boa repercussão entre visitantes e a comunidade escolar. Foto:

A distribuição de mudas, aliada a outras ações de caráter educativo, como visitas mediadas, oficinas e palestras, tem apresentado boa repercussão entre visitantes e a comunidade escolar. Foto:

Jardins e Conjunto Moderno da Pampulha tornam experiência da visita ainda mais completa


09/01/2018

O Projeto de Educação Ambiental, desenvolvido pelo Museu Casa Kubistchek, em Belo Horizonte promove passeios pela orla da Lagoa da Pampulha, oficinas de mudas e/ou jardinagem, distribuição de mudas de espécies da flora dos jardins. É uma forma de estreitar o envolvimento do público com o museu e de valorizar os jardins históricos, além de reforçar a ideia de proteção e preservação da paisagem na qual o espaço está inserido.

 A ideia tem como base o conceito de “obra de arte total”, que foi adotado no dossiê de candidatura e busca extrapolar o bem de valor universal excepcional. “Neste contexto e entendendo que o Museu Casa Kubitschek é muito maior do que a exposição vigente, deslocamos nosso olhar para os jardins, compreendendo sua importância como um todo”, explica a gerente do Conjunto Moderno da Pampulha, do qual a Casa Kubistchek faz parte, Janaina França Costa.

De acordo com Janaina, o museu adotou estratégias para propor um olhar diferenciado para o espaço, valorizando sobretudo a educação patrimonial e paisagística.  A inscrição do Conjunto da Pampulha na lista de patrimônios da humanidade, na categoria paisagem cultural, trouxe novos desafios para as ações educativas.

“Para além de comunicar somente os edifícios e a singularidade e pioneirismo de sua arquitetura, passamos a considerar também os jardins de Burle Marx, as obras de arte em diversas linguagens de artistas renomados mundialmente e a própria paisagem em que estamos inseridos”, afirma Janaina.

Seguindo a diretriz adotada pela Unesco de paisagem cultural, o objetivo maior da ação é propor ao visitante enxergar o patrimônio cultural além do edifício, seus acervos e exposições, buscando demostrar a importância da manutenção e preservação desses bens.

“Usamos a exploração da relação entre os tipos de jardins no contexto da história do museu (jardins ornamentais, históricos e os jardins domésticos cultivados pela Sra. Juracy Guerra) e realização de oficinas e a distribuição de mudas”, diz.

A distribuição de mudas, aliada a outras ações de caráter educativo, como visitas mediadas, oficinas e palestras, tem apresentado boa repercussão entre visitantes e a comunidade escolar.

O projeto é aberto a todas as idades. As mudas ficam disponíveis em caixotes de madeira deixados nos jardins do museu (na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Pampulha). As oficinas e visitas especiais podem ser agendadas pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br.

Outras informações, tais como disponibilidade de agenda e espécimes para distribuição podem ser obtidas no telefone: 3277-1586.
 

Fonte: PBH


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