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WWF-Brasil e CI apoiam revisão da Zona Costeira e Marinha do país


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Parque Nacional Fernando de Noronha é um dos principais refúgios da biodiversidade marinha no Brasil. Foto: Divulgação/WWF-Brasil

Parque Nacional Fernando de Noronha é um dos principais refúgios da biodiversidade marinha no Brasil. Foto: Divulgação/WWF-Brasil

Ideia é debater custos e oportunidades de conservação, com foco em recursos minerais e energia


07/12/2017


Com mais de 4 milhões de quilômetros de costa marinha, o Brasil é um dos países com maior biodiversidade oceânica. Só de peixes, temos 30 espécies endêmicas, ou seja, típicas daqui. Pensando em conservar essa imensidão azul, o Ministério do Meio Ambiente promoveu um encontro nos dias 30/11 e 1º/12 para debater sobre as áreas prioritárias para a conservação do mar brasileiro.

O mapa de áreas e ações prioritárias para a conservação e uso sustentável da biodiversidade da Zona Costeira e Marinha do Brasil faz parte do Projeto Áreas Marinhas e Costeiras Protegidas (GEF-Mar), do governo federal, e vem sendo construído a várias mãos, com o apoio do WWF-Brasil e da Conservação Internacional.

A ideia é debater custos e oportunidades de conservação na zona costeira e marinha, com foco em recursos minerais e energia; atividades em terra; pesca e agricultura; e transporte e infraestrutura.

A primeira versão do mapa para todos os biomas foi lançada em 2004 e já passou por duas atualizações, em 2007 e em 2016, envolvendo os biomas Caatinga, Cerrado e Pantanal. Para Amazônia, Zona Costeira, Pampa e Mata Atlântica, a revisão está em andamento.
 

Fonte: WWF


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