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ICMBio inaugura trilha no Parque de Brasília


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O percurso, batizado de

O percurso, batizado de "Trilha União Parque Nacional de Brasília", liga o circuito de trilhas da Floresta Nacional (Flona) de Brasília (44 Km) e da Serrinha do Paranoá (aproximadamente 47 km), localizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. Foto: Elaine Ribeiro

Novo circuito, com 45 Km, integra quatro unidades de conservação na capital federal, totalizando 136 Km contínuos e sinalizados

05/12/2017

 

Ciclistas e adeptos da caminhada de Brasília já têm mais um bom motivo para irem até o Parque Nacional de Brasília. Foi inaugurada uma trilha com 45 km de extensão. O percurso, batizado de "Trilha União Parque Nacional de Brasília", liga o circuito de trilhas da Floresta Nacional (Flona) de Brasília (44 Km) e da Serrinha do Paranoá (aproximadamente 47 km), localizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. Com o total de 136 Km de trilhas contínuas e sinalizadas, esse será o maior circuito para mountain bike do Brasil.

A nova atração do parque, conhecido pelos brasilienses como Água Mineral, integra quatro unidades de conservação federais (UCs): Flona de Brasília, APAs do Planalto Central e do Rio Descoberto e Reserva Biológica (Rebio) da Contagem. Essa será uma ferramenta de integração ambiental, social, de conservação e também de contemplação da natureza.

A ideia de implementar uma trilha em volta do parque surgiu a partir de um processo de interlocução entre o ICMBio e o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF), frente à necessidade de adoção de medidas de proteção à fauna ao longo da rodovia DF-001. O marco zero da trilha fica exatamente no início dessa rodovia, no Lago Oeste, área rural de Brasília.

 

Apoio da sociedade

A implantação da trilha contou com o apoio da sociedade civil, com o engajamento dos voluntários do ICMBio, que atuaram no processo desde a etapa de planejamento até as etapas de monitoramento e manutenção.

“É preciso diversificar o uso da unidade pela sociedade, colocando em prática o conceito conhecer para preservar. Buscamos trazer as pessoas para o nosso dia a dia de trabalho por meio do voluntariado”, ressaltou Juliana Alves.

Além das UCs e do DER/DF, a Coordenação Geral de Uso Público e Negócios do ICMBio também participou do projeto. Foram confeccionadas placas de sinalização e materiais educativos sobre a importância das unidades de conservação. Foi determinada, ainda, a redução da velocidade da via para 60 km/h, com a instalação de dispositivos e outras medidas.
 

Fonte: ICMBio


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