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Zoo de Brasília: sustentabilidade e bem-estar animal


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Recintos como o do tigre-de-bengala-branco receberam mais vegetação para permitir que os animais se escondam, caso queiram, e tenham mais conforto. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Recintos como o do tigre-de-bengala-branco receberam mais vegetação para permitir que os animais se escondam, caso queiram, e tenham mais conforto. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Ações desenvolvidas ao longo do ano incluíram a readequação dos recintos dos felinos, que tiveram aumento do espaço de refúgio, instalação de bombas de reúso da água e de placas fotovoltaicas


06/11/2017

Proteger, educar e conservar. As premissas do trabalho da Fundação Jardim Zoológico de Brasília são cada vez mais reforçadas pela nova gestão. Além de fazer a manutenção do plantel de 804 animais, a instituição aposta na melhoria do bem-estar dos bichos e em ações de sustentabilidade.

Recintos como o do tigre-de-bengala-branco receberam mais vegetação para permitir que os animais se escondam, caso queiram, e tenham mais conforto. Em 2017, foram iniciadas as readequações nos recintos com o objetivo de aumentar o espaço de refúgio das espécies.

“Plantamos mais vegetação para que o animal tenha onde se esconder. Essa é uma forma de deixá-los mais confortáveis”, detalha o diretor-presidente da instituição, Gerson Norberto, na apresentação dos dados de um ano de gestão.

Os resultados foram expostos a tratadores de animais, veterinários, biólogos e demais funcionários do zoológico no teatro de arena do parque, que fica na L4 Sul (Avenida das Nações). O quadro de pessoal da instituição conta com 275 colaboradores.

No local onde estão acomodados os felinos, as intervenções já foram feitas. Além da readequação dos espaços, alguns recintos, como o do tigre-de-bengala-branco e o da suçuarana, já receberam bombas de reúso e tratamento de água.

No berçário, foram instaladas placas fotovoltaicas, que estão em fase de testes. O equipamento foi doado em setembro pelo Ministério de Minas e Energia. O órgão entregou ao zoo 240 placas fotovoltaicas, 24 inversores e 52 controladores de carga para implementação de projetos de sustentabilidade.

Além das ações de sustentabilidade, o zoo também investiu na atualização das 145 placas de identificação dos animais, para atender cerca de 40 mil visitantes mensais.

Em 2017, foram assinados termos de cooperação internacional com Bolívia, Chile, Alemanha e Argentina. De acordo com o responsável pela fundação, o programa de educação ambiental atingiu 100 mil pessoas em 2017.

Para 2018, o objetivo é dar continuidade às ações iniciadas neste ano e investir ainda mais no conforto dos bichos. Está prevista ainda a instalação de painéis de vidro para proteger os animais do som e de possíveis ataques, como arremesso de lixo ou de pequenos itens, bem como o adensamento da vegetação nos recintos.


Fonte: Agência Brasília


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