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Curitiba vai espalhar abelhas sem ferrão em parques para disseminar árvores nativas


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Os Jardins do Mel vão contar também com totens e QR Codes com informações sobre as espécies. Foto: Domínio Público

Os Jardins do Mel vão contar também com totens e QR Codes com informações sobre as espécies. Foto: Domínio Público

15 parques da cidade irão ganhar Jardins do Mel

 

04/09/2017

Todos aprendemos quando crianças que as abelhas são dos mais competentes agentes polinizadores, ajudando a flora a se espalhar pela Terra. Ultimamente, porém, as abelhas nativas brasileiras estão cada vez mais ameaçadas por fatores que vão da introdução de abelhas africanas para produção de mel a desmatamentos e queimadas.

Buscando reequilibrar essa questão, a Prefeitura de Curitiba anunciou, em maio, que 15 parques da cidade ganhariam “Jardins do Mel”. Trata-se da distribuição de caixas com colmeias de abelhas sem ferrão e de mudas de plantas melíferas, ou seja, aquelas que recebem visitas de abelhas. A, e a primeira unidade já tem data e local para ser implantada: 21 de setembro, junto do início da primavera, no Parque Barigui.

Além de aumentar o número de agentes polinizadores na cidade, a ideia do projeto é impulsionar a educação ambiental entre os moradores da capital paranaense. As caixas serão colocadas perto de bancos, para que as pessoas possam estar próximas dos animais, e um programa em creches e escolas municipais vai conscientizar falar às crianças sobre a importância da proteção da biodiversidade.

Os Jardins do Mel vão contar também com totens e QR Codes com informações sobre as espécies, e a localização de cada um leva em conta a proximidade com plantas que interessem às abelhas, que – elas têm autonomia de voo de 500 a 2000 metros, dependendo do tamanho de cada uma.

 

Fonte: Hypeness

 


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