Sexta, 18 de março de 2016

#ZikaZero - Saúde em primeiro lugar

A Revista Ecológico também entra na luta contra o Aedes aegypti. Participe desse movimento conosco!

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Neymar? Roberto Carlos? Xuxa? Luan Santana? Não. Hoje, a “celebridade” mais famosa do Brasil se chama... Aedes aegypti. O que o diferencia dos outros nomes citados é que ele não tem nenhum fã, mas, ainda assim, vem causando comoção (e deixando muita gente acamada) por onde aparece.

Para se ter ideia, apenas nos três primeiros meses deste ano, este mosquitinho de tamanho entre 0,5 e um centímetro foi responsável por provocar casos prováveis de dengue em mais de 124 mil pessoas em Minas. E há também o registro importante de outras doenças transmitidas por ele.

Em relação aos casos de chikungunya, 413 foram notificados, sendo 233 descartados e 180 em investigação. Para os de zika vírus, informa a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), “todos os 755 casos notificados em 2016 seguem sob investigação”.

 “Os criadouros mais comuns do Aedes aegypti são aqueles criados pelo próprio homem”, afirma José Bento Pereira, pesquisador do Laboratório de Fisiologia e Controle de Artrópodes Vetores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em vídeo publicado no site da instituição. Entre esses criadouros estão caixas d’água abertas e qualquer recipiente que possa acumular água, como pneus, vasos de planta e tampas de refrigerante.

“Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional - principalmente, em espaços urbanos com ocupação desordenada, onde as fêmeas têm mais oportunidades para alimentação e dispõem de mais criadouros para desovar. A infestação do mosquito é sempre mais intensa no verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas – fatores que propiciam a eclosão de ovos do Aedes aegypti. Para evitar esta situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos de reprodução do mosquito. Como ele tem hábitos domésticos, essa ação depende, sobretudo, do empenho da população”, informa a Fiocruz.

O Ministério da Saúde publicou vários materiais explicativos que podem ser baixados gratuitamente no site portalsaude.saude.gov.br, apresentando informações e dicas para se evitar a proliferação do mosquito (a seguir, reproduzimos algumas delas). São hábitos simples, que não levam mais que dez minutos, e que fazem grande diferença para que a epidemia não avance.

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