Segunda, 06 de junho de 2016

O fim ou recomeço da vida? A escolha é nossa!

Confira os destaques da Revista Ecológico, edição 90, em comemoração ao "Dia Mundial do Meio Ambiente"

Hiram Firmino - hiram@souecologico.com



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Olha aí, gente! Mais um Dia Mundial do Meio Ambiente. E, infelizmente, ele vai passar! Como passam todos os dias e a nossa permanência, igualmente ameaçada, no único planeta com vida humana que conhecemos. E por que isso acontece?

É o que você, caro leitor, vai conferir, de maneira profunda, nesta Edição Especial da Revista Ecológico, comemorativa àquela que deveria ser a data mais importante da humanidade. E não é. Por isso, estamos todos caminhando feito boiada vesga e besta, rumo ao inferno das mudanças climáticas.

É deste aquecimento global, ainda evitável se tivermos juízo (e que é o tema escolhido para o próximo “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza”, cujas inscrições já estão abertas), que abordamos com a nossa esperança de sempre nesta edição. E por que esperança, diante de tanto desalento e degradação à nossa vista?

Porque o ser humano, mesmo ainda errante, também traz no seu DNA três características que se repetem uníssonas em tudo que é matéria viva no Sistema Solar, desde uma barata até às estrelas e meteoros mais distantes. Somos criativos, adaptativos e multiplicativos. Isso significa que a vida é programada para sobreviver, tal como Fritjof Capra, o autor de “O Ponto de Mutação”, nos informou nos alegres anos 1960.

Mas, se nos confrontarmos com ela, aí é fim antecipado. Prevalecerá o nosso autoextermínio. Foi este o aviso que a última campanha “A Natureza Está Falando”, da ONG Conservação Internacional, deu à humanidade e que publicamos na edição anterior: “A natureza não precisa de nós” para sobreviver. Nós é que precisamos dela.

É o que você saberá de Chico Xavier, que prevê o ano de 2019 como a data limite para a humanidade não se render às guerras e parar de “esquentar” a Terra. Caso contrário, a natureza vai provar a sua impaciência e poder.

O médium brasileiro não está sozinho. Ele tem a companhia pragmática de Al Gore, político e ambientalista norte-americano que produziu o documentário “Uma Verdade Inconveniente”; e o imperdível filme “O Começo da Vida” (foto à direita), da cineasta Estela Renner, capaz de trazer de volta toda e qualquer esperança perdida em nós mesmos. 

É por isso que a nossa luta continua.

Boa leitura e até a próxima Lua Cheia!

 

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